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Tendências de tecnologia 2026: o que 2025 nos ensinou sobre o futuro da TI

  • Foto do escritor: Evoluum
    Evoluum
  • 25 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

O ano de 2025 marcou um ponto de virada silencioso, porém profundo, na forma como empresas lidam com tecnologia. Mais do que novas ferramentas, vimos mudanças de comportamento, decisões estratégicas diferentes e, principalmente, uma redefinição do papel da TI dentro dos negócios.


No nosso terceiro webinar, Samuel Silveira, Hugo Azevedo e Rafael Boiko, trouxeram uma leitura realista sobre o que de fato mudou, o que é hype e o que deve moldar as tendências de tecnologia em 2026.


O que 2025 nos mostrou sobre maturidade digital

Está claro que 2025 não foi apenas o “ano da IA”. Foi o ano em que muitas empresas descobriram, na prática, que maturidade digital não se compra com ferramentas.

Samuel resumiu isso de forma direta:


“A IA não é uma bala de prata para todo problema de negócio. E também não é uma bala de prata para produtividade do time de desenvolvimento.”

Empresas que tentaram acelerar sem base sentiram os efeitos rapidamente: sistemas frágeis, problemas de segurança, dificuldades de escalar e dependência de soluções que ninguém sabia manter.


O aprendizado é claro: antes de falar sobre inovação, a governança, a arquitetura, dados e cultura precisam estar resolvidos.

tendencias de tecnologia de 2026

IA sai do hype e entra na conta do resultado

Outra grande virada de 2025 foi o fim da tolerância ao hype.


Projetos de IA passaram a ser cobrados por ROI real. Iniciativas sem impacto claro começaram a ser pausadas ou canceladas. Ao mesmo tempo, empresas que estruturaram bem seus dados e processos começaram a colher resultados concretos.

Hugo Azevedo reforçou:


“IA só vira valor quando conecta tecnologia a problema real de negócio.”

Essa mudança deve se intensificar em 2026. A tendência que vemos é: menos experimentação solta e mais projetos de IA conectados a métricas, eficiência operacional, redução de custos e crescimento de receita.


Vibe Code, automação e o novo risco invisível

Um dos pontos mais provocativos do webinar foi a análise sobre Vibe Code e plataformas que prometem “construir aplicações em minutos”.

Samuel foi direto:


“Quem consegue tirar o máximo dessas plataformas são desenvolvedores seniores. Um júnior pode até aprender, mas para construir soluções de negócio, o Vibe Code pode mais atrapalhar do que ajudar.”

O risco não está apenas em “criar rápido”. Está em criar sem governança, sem arquitetura, sem segurança e sem visão de escala. Muitas empresas já começam a chegar com produtos feitos via Vibe Code que “funcionaram”, mas não conseguem evoluir.


Essa é uma das tendências mais importantes para 2026: a IA e a automação vão democratizar o acesso à criação, mas a responsabilidade sobre manutenção, segurança e crescimento continuará nas mãos de profissionais experientes.


Maturidade digital vira fator de sobrevivência

Outro ponto forte do webinar foi a discussão sobre maturidade digital.

Não se trata mais de quem “tem IA”, mas de quem tem estrutura para sustentá-la.


Empresas que possuem arquitetura clara, dados organizados, governança mínima e processos bem definidos, conseguem escalar soluções, corrigir erros e evoluir seus sistemas.


Já organizações que entraram no hype sem base estão enfrentando:

  • Dificuldade de manutenção;

  • Risco de segurança;

  • Dependência de soluções que ninguém entende;

  • Limites técnicos para crescer.


Como foi reforçado no encontro, maturidade deixou de ser diferencial e passou a ser pré-requisito.


Tendências de tecnologia 2026 que já estão em movimento

Com base no que foi discutido no webinar, algumas tendências se tornam evidentes:

1. Menos hype, mais retorno

Projetos de IA precisarão provar impacto real em custo, receita e eficiência.

2. Governança como diferencial competitivo

Empresas com dados organizados, processos claros e arquitetura bem definida avançam mais rápido.

3. Automação com responsabilidade

Vibe Code, low-code e copilotos de IA crescem, mas exigem supervisão técnica madura.

4. Escassez de profissionais seniores se agrava

Quem sabe construir, revisar e sustentar sistemas se torna ainda mais estratégico.


O recado que 2025 deixa para 2026

O grande recado do ano é simples, mas poderoso: não é sobre usar mais tecnologia. É sobre usar melhor.


Empresas que estruturarem a base, dados, arquitetura e cultura terão uma vantagem brutal nos próximos anos. Quem continuar buscando atalhos tecnológicos corre o risco de criar sistemas que não crescem, não escalam e não se sustentam.

Como Samuel sintetiza:


“Existe uma forma de ser produtivo e construir com IA sem viver só de hype. Mas isso exige maturidade.”

Quer se aprofundar nessas discussões e entender como essas tendências impactam a sua empresa na prática?


Assista ao conteúdo completo do Webinar 3 da Evoluum e veja como preparar sua estratégia de tecnologia para 2026.


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